Ajudo síndicos e administradoras a transformar espaços ociosos em fontes de caixa e a reduzir despesas sem perder qualidade — com diagnóstico, método e execução. Menos dependência do bolso do morador, mais valor para o condomínio.

A taxa sobe todo ano porque é a única alavanca que o condomínio aciona. Existem outras duas — e nenhuma depende do bolso do morador.
Laje, fachada, salão, vagas, hall, área livre. Patrimônio tratado hoje como corredor e telhado. Mapeio cada ativo, avalio a viabilidade real e estruturo a exploração com contrato e respaldo de assembleia.
Contrato no automático, escopo inflado, tarifa errada, perda invisível. Reduzir custo aqui não é cortar serviço — é parar de pagar pelo que não se usa. Reflexo no caixa em menos de 90 dias.
Conveniência para o morador, estrutura para quem trabalha no prédio, serviços que valorizam a unidade. Nem tudo precisa gerar receita — comodidade também constrói a aprovação que sustenta as decisões em assembleia.
Uma amostra do método. Responda oito campos e veja na hora a dependência da taxa, a fragilidade financeira e o potencial de receita e economia do seu prédio.
Para síndicos e administradoras. Cada etapa funciona por si — e todas começam por entender o condomínio antes de propor qualquer coisa a ele.
Diagnóstico detalhado do condomínio, construído sobre metodologia própria e entregue em até 10 dias, sem visita presencial — a partir dos boletos e do balancete. Ele não para na detecção do problema: prescreve as medidas concretas para virar a chave.
Escopo desenhado sob medida a partir do que o Raio-X encontrou. Nenhum condomínio é igual ao outro — prédios pequenos, antigos ou com poucos espaços exigem caminho diferente de um empreendimento com laje disputada e fachada para avenida.
Para o condomínio que decidiu não voltar atrás. Acompanhamento periódico com apuração dos resultados, revisão de contratos no vencimento e novas oportunidades avaliadas à medida que o prédio muda.
Para síndicos profissionais, conselhos e administradoras que querem incorporar o método à própria operação — e usá-lo como diferencial diante da concorrência.
As ferramentas que sustentam o diagnóstico, prontas para você aplicar sozinho: checklist de receita, mapa de ativos ocultos, roteiro de abordagem de parcerias e checklist de renegociação de contratos.


Ao longo de treze anos de gestão pública, passei por vendas, gestão de contratos, patrimônio, finanças e contabilidade e planejamento. E, por mais de sete anos consecutivos, me dediquei exclusivamente aos novos negócios e às parcerias entre o setor público e o privado — transformando ativo parado em receita, do lado público da mesa.
Foi aí que enxerguei uma conexão que quase ninguém percebe: condomínio e setor público se parecem muito. Os dois têm legislação específica, regras rígidas para contratar, responsabilização pessoal do administrador e amarras severas tanto para gerar receita quanto para gastar. Eu vivi tudo isso na prática — e aprendi, no tranco, o que funciona dentro dessas amarras.
Quero trazer essa bagagem para andar de mãos dadas com síndicos e administradoras, para que não precisem pavimentar o mesmo caminho árduo que eu tive que fazer — sem treinamento específico, sem acompanhamento, sem um mentor por trás.
Minha proposta é transformar os ativos do condomínio em geradores de caixa, para que o reajuste da taxa ou a taxa extra deixem de ser a única bala de prata. Quando isso acontece, protege-se o bolso do condômino, fortalece-se o caixa, viabilizam-se os serviços e as obras que o prédio precisa — sem cortar custos na unha, preservando empregos, gerando renda, bem-estar e comodidade, e valorizando o patrimônio de todos.
É só disso que eu preciso para começar o diagnóstico do seu condomínio. Fale comigo e descubra o potencial do seu prédio.